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Máquina Fotográfica

Na imagem vemos uma máquina fotográfica de estúdio, em madeira, metal e papelão do séc XIX. Foi importada e pertenceu ao "Foto artistico" de José Hindelmeyer que repassou ao de Gerald Ricardo Bon Hacke até 1945, e depois pertencente ao Foto Schneider. A Máquina foi doada para o Museu em 1982 por Roland Schneider e hoje a peça encontra-se exposta no térreo do Museu Histórico de Itajaí.

A fotografia nasceu de muitas experiências de alquimistas e químicos quanto à ação da luz. Desde 1525 sabia-se do escurecimento dos sais de prata. O trabalho do físico alemão Johann Heinrich Schulze, em 1727, e do químico suíço Carl Wilhelm Scheele, em 1777, comprovou que o enegrecimento dos sais se deve à ação da luz. Após inventar o fisionotraço e a litografia, o francês Joseph-Nicéphore Niepce obteve, em 1817, imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, ele fixou uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica: as partes claras em betume-da-judéia (insolúvel sob a ação da luz) e as sombras na base metálica. Quatro anos depois, Niepce produziu a primeira fotografia conseguida no mundo, tirada da janela de sua casa e preservada até hoje.

Tais acessórios são as objetivas (como a teleobjetiva, utilizada para a captura de imagens de objetos em maior distância, a macro, utilizada no caso da grande proximidade dos objetos em relação à câmera, e a grande-angular, também chamada “olho-de-peixe”, que aumenta o campo de “visão” da máquina fotográfica, gerando em alguns casos distorções nas imagens reproduzidas), além de filtros (como por exemplo os filtros polarizadores, que podem filtrar e portanto reduzir a grande reflexibilidade de objetos feitos de vidro e metal) e filmes das mais variadas características como, por exemplo, o grau de fotossensibilidade, os filmes em cores e em preto e branco.

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