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Fundação Genésio Miranda Lins

INÍCIO

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UNIDADES CULTURAIS

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MUSEU ETNO-ARQUEOLÓGICO DE ITAJAÍ

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EXPOSIÇÕES

Em cartaz

titulo peça em cartaz

Texto de uma peça em cartaz

Longa Duração

Duração Itajahy: Trilhas da Memória desde a Pré-História (2024-2030)

Atualmente o MUSEARQUI conta com a Exposição de Longa Duração Itajahy: Trilhas da Memória desde a Pré-História, inaugurada em junho de 2024. A exposição apresenta uma reflexão sobre o processo histórico e territorial de Itajaí, com foco na região de Itaipava, evidenciando as transformações sociais, econômicas e culturais ocorridas ao longo do tempo, desde a ocupação pelos povos sambaquieiros até o presente.

A exposição conta com três núcleos temáticos e “espaços rotativos” para disseminação do acervo que orientam a compreensão desse desenvolvimento:

  • Território em desenvolvimento, que aborda economia, práticas agrícolas, ofícios e tradições locais, refletindo sobre a transição de uma área rural para zona de expansão urbana;
  • Trilhos no caminho para o desenvolvimento, que trata da importância da Estrada de Ferro Santa Catarina e da Estação Ferroviária Engenheiro Vereza como elementos de conexão econômica e cultural;
  • Arqueologia, que discute os períodos pré-históricos e históricos da região, destacando o valor dos sítios arqueológicos e dos vestígios materiais para a compreensão dos modos de vida e da formação do território.

Em síntese, a exposição aborda um panorama da formação e transformação do território, em especial de Itajaí e Itaipava, mostrando como o passado arqueológico, indígena e agrícola se conecta ao presente urbano e industrial, revelando um espaço em constante reconstrução identitária, cultural e histórica.

Peça do mês

titulo peça do mes

Texto de uma peça do mes

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Exposição Encurtando Distância: o Centenário de Antônio Carlos Konder Reis

Abertura: 05 de dezembro de 2024
Encerramento: 03 de maio de 2025 – prorrogada até 13 de junho de 2025

A exposição teve como objetivo rememorar a vida e a atuação política de Antônio Carlos Konder Reis, político itajaiense que completaria 100 anos de nascimentos em dezembro de 2024. O título da exposição fazia alusão ao lema “Governar é encurtar distância”, adotado por Konder Reis durante seu mandato como governador de Santa Catarina (1975-1979). Essa exposição foi organizada de forma descentralizada nas três unidades culturais mantidas pela Fundação Genésio Miranda Lins, de acordo com suas particularidades e com acervos diversos e variados, possibilitando em cada instituição, uma visão única sobre sua vida e impacto político, sendo um convite ao público para conhecer e refletir sobre o legado de Konder Reis. No museu a exposição contou com troféus, diplomas e placas de homenagem destinadas a Antônio Carlos Konder Reis, pelas suas diversas contribuições para a cidade de Itajaí e pelas cidades catarinenses.

Exposição Mulheres Empreendedoras Rurais

Abertura: 08 de março de 2025, com uma feirinha colaborativa de mulheres empreendedoras.
Encerramento: 26 de abril de 2025

A exposição foi inaugurada para celebrar o dia da mulher, 08 de março, sendo um fragmento da representatividade feminina no campo do empreendedorismo e que buscou valorizar a determinação das mulheres que conquistam cada vez mais espaço nos negócios para complementarem ou obterem renda própria. Na exposição o público poderia emergir, por meio dos relatos e objetos de algumas empreendedoras rurais da região, às vivências, lutas, resistências e desafios dessas mulheres artesãs e confeitarias. Mulheres que transformam por meio de suas mãos o inimaginável em belos objetos de decoração ou deliciosos alimentos, transportando experiências a quem adquire seus produtos feitos com tanto amor, carinho e dedicação. 

Exposição Colaborativa Cosmologia na Visão do Povo Guarani

Abertura: 29 de abril de 2025.
Encerramento: 12 de setembro de 2025.

A exposição foi fruto de um processo colaborativo e respeitoso com a Aldeia M’Biguaçu para celebrar o mês dos povos originários. Foi por meio da escuta e do diálogo, que a Aldeia M’Biguaçu se tornou protagonista na construção da narrativa museológica, dessa parceria, a cosmologia – o modo como o povo Guarani compreende e se relaciona com o mundo, a natureza e o sagrado – ganhou forma, cor e presença no espaço expositivo do museu. Segundo as palavras de Nhedyvyjukaia, da Aldeia M’Biguaçu, coletas para a exposição “na Cosmologia Guarani a gente tenta explicar, demonstrar a visão do nosso povo de representar os guardiões da natureza e o jeito de viver, de mostrar a importância, no geral, de tudo, em todos os sentidos da vida. Principalmente, a gente como povo Guarani, é mais da natureza, mais ligado à natureza. A gente não divide, se junta com a natureza.” Deste modo, a exposição reuniu objetos do cotidiano, elementos cerimoniais e itens utilizados em rituais que fazem parte da vivência Guarani, revelando não apenas seu uso, mas também as transformações desses elementos ao longo do tempo. As peças e narrativas expostas refletiam a sabedoria ancestral e a conexão indissociável com a terra, com os ciclos naturais e com os seres espirituais que habitam o universo Guarani. A exposição era um convite para olhar o mundo a partir de outra perspectiva – uma perspectiva em que a natureza e o ser humano são um só.